Muitas pessoas tentam vários métodos para sair das dívidas, mas se frustram logo nos primeiros meses por quê:
Mas eu posso te afirmar que é totalmente possível organizar suas finanças e sair das dívidas, e o melhor, de uma forma muito mais rápida do que você imaginou.
Depois de vários anos no nicho de finanças pessoais eu desenvolvi uma metodologia
baseada em 3 etapas que vai te ajudar a conquistar os seus objetivos, além de por um fim definitivo aos seus problemas financeiros.
Desta vez você vai conseguir organizar suas finanças e sair das dívidas!
Você poderá fazer suas perguntas diretamente a mim ou se ficar alguma dúvida vou te ajudar com ela.
Você vai ganhar de brinde um E-Book para construir um orçamento em que englobe toda a família. Para que todos contribuam para o bem estar financeiro da família.
Você fará parte de um grupo seleto de pessoas em que buscam ou tenham o mesmo objetivo que você.
Rodrigo Crisfin, conhecido como Primo das Finanças, é mentor e educador financeiro, com atuação focada na transformação da vida financeira por meio da mudança de mentalidade, organização financeira e educação para investimentos conscientes. Com experiência prática e metodologia própria, ajuda pessoas a saírem das dívidas, retomarem o controle do dinheiro e construírem uma relação mais saudável e estratégica com as finanças. Sua missão é tornar a educação financeira acessível, prática e aplicável à realidade das famílias brasileiras.

Você adquire agora o acesso completo ao Guia Completo - Como sair das dívidas pela condição especial de 12 vezes de R$ 18,96 e tem 7 dias para avaliar. Se por algum motivo você achar que este material não é pra você, ou que não vale o investimento, basta me enviar uma mensagem que devolvo integralmente seu dinheiro. Agora a decisão de começar é sua!
A questão é saber usar essa possibilidade com inteligência e a favor da prosperidade. Antes de contratar qualquer dívida, é preciso saber se as parcelas cabem no bolso. Sempre considerando que podem ocorrer imprevistos, como a perda do emprego, doença ou morte de um familiar que contribui com a renda. Quando isso não é levado em conta, qualquer situação inesperada pode ser um gatilho para a perda de controle das finanças.
Por isso, é bom ficar atento a alguns sinais de alerta. Se num determinado mês falta dinheiro para pagar uma prestação e você entra no cheque especial ou precisa parcelar a fatura do cartão de crédito, fique de olho. Essa situação deve ser resolvida rapidamente, caso contrário, os juros acabam elevando a dívida rapidamente. Além de ter uma folga para imprevistos, o ideal é que a soma de todas as parcelas dos empréstimos e financiamentos não ultrapasse 30% da renda líquida mensal. Acima desse percentual, o risco de superendividamento começa a aumentar.
Para ser considerado superendividado, o indivíduo não precisa, necessariamente, estar com o nome negativado. Muitas pessoas fazem malabarismos, como o rodízio no pagamento de determinadas contas para evitar o corte de serviços ou a inclusão do nome na lista de inadimplentes. Um mês quita a conta de luz, no outro, a de água. E por aí vai. Mas acabam ficando com a vida cada vez mais enrolada. Outros precisam recorrer com frequência à ajuda de familiares para pagar contas.
Em abril de 2021, as taxas de juros do rotativo do cartão de crédito podiam chegar a até 20,59% ao mês, segundo o Banco Central. Por outro lado, o rendimento das aplicações financeiras mais comuns, como a poupança, o CDB e fundos de investimentos, foram infinitamente mais baixos. As aplicações atreladas ao CDI, como o CDB e as Letras de Câmbio, por exemplo, renderam 0,21% no mês.
Portanto, a dica é aproveitar a entrada de dinheiro extra para quitar logo a dívida no cartão, evitando comprometer parte do orçamento com o pagamento de juros. Livrando-se da dívida mais pesada, comece a planejar uma aplicação mensal, mesmo que o valor seja pequeno. Neste vídeo, a Dra. Vera Rita de Mello Ferreira dá dicas valiosas para fazer um pé de meia.
Conhecendo o valor que poderá dispor, defina um limite para negociar e não assuma compromissos com os quais não possa arcar. Se for o caso, negocie um desconto nos juros ou um prazo maior para pagar. Feita a negociação, quite as parcelas sempre em dia, pois uma nova renegociação poderá ser bem mais complicada. O mais importante: Se quiser aprender como renegociar de verdade, recomendo urgentemente que entre para o nosso programa o quanto antes. te vejo do outro lado.
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